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Secretário de Comunicação de Bolsonaro é testado positivo para coronavírus

O secretário especial de Comunicação do governo Jair Bolsonaro, Fabio Wajngarten, testou positivo para o novo coronavírus. O chefe da Secom apresentou sintomas de gripe, realizou os exames no Hospital Israelita Albert Einstein, em São Paulo. O governo confirmou que a contraprova já foi realizada e que o secretário está em quarentena em casa.

Wajngarten realizou exames nesta quarta e aguarda contraprova. (Foto: REUTERS/Adriano Machado)

Após a suspeita, Wajngarten foi ao Albert Einstein, onde realizou exames clínicos na quarta-feira (11). Desde a notícia da suspeita de covid-19, Bolsonaro e integrantes de sua comitiva que viajaram junto com o secretário a Miami, nos EUA, estão sendo monitorados.

Entre o final da tarde e início da noite de quarta-feira (11), Bolsonaro e o restante do grupo passaram a receber ligações do gabinete da Presidência pedindo para que tenham atenção caso apareça algum sintoma. Os integrantes eram recomendados a procurar um atendimento em hospital militar em Brasília para realizar exames caso tenham qualquer sintoma.

Bolsonaro completará 65 anos no próximo dia 21 de março. Apesar da baixa letalidade, o coronavírus tem apresentado maiores índices de mortes na população idosa, além de doentes crônicos e imunossuprimidos.

Sophie Wajngarten, mulher de Fábio, também confirmou o teste positivo do marido em um comunicado no grupo de WhatsApp das mães da escola onde estudam suas filhas.

Eles têm três filhas estudando na escola Red House International School.

Após a notícia da suspeita de infecção e antes dos resultados de confirmação, Wajngarten zombou da imprensa em sua conta no Twitter.

Wajngarten fez parte da comitiva presidencial na viagem a Flórida, nos Estados Unidos, onde chegou a se encontrar com o presidente Donald Trump e com o vice, Mike Pence. Também esteve presente no mesmo evento o deputado federal Eduardo Bolsonaro.

Participaram da comitiva aos Estados Unidos os ministros Ernesto Araújo (Relações Exteriores), Augusto Heleno (Gabinete de Segurança Institucional), Fernando Azevedo e Silva (Defesa) e Bento Albuquerque (Minas e Energia).

Também viajaram os senadores Nelsinho Trad (PTB-MS) e Jorginho Mello (PL-SC); o deputado Daniel Freitas (PSL-SC), o assessor especial Filipe Martins, o presidente da Embratur, Gilson Machado, o secretário especial de Pesca, Jorge Seif Jr, entre outros.

VIAGEM ADIADA

Nesta quinta-feira (12), faltando poucas horas de embarcar para o Rio Grande do Norte, Bolsonaro cancelou a viagem de Brasília rumo a Mossoró, onde ele participaria de cerimônia de entregas do governo federal ao Estado, estava prevista para as 13h. O retorno estava previsto para as 18h.

O adiamento da viagem ocorreu em uma justificativa oficial por parte da Presidência. O ministro do Desenvolvimento Regional, Rogério Marinho, disse ao jornal O Estado de São Paulo que o evento oficial foi cancelado por “razões de segurança sanitária”.

O cancelamento ocorre em meio à crise de saúde por conta da pandemia de coronavírus, deflagrada na quarta-feira pela Organização Mundial de Saúde (OMS), e no momento em que o câmbio do dólar em relação ao real chegou à marca histórica de R$ 5.

Com informações do Yahoo

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