quinta-feira ,24 setembro 2020
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Bolsonaro quer auxílio até o final do ano com parcelas de R$ 300

Em reunião nesta segunda-feira, o presidente Jair Bolsonaro mostrou que sua vontade é estender o auxílio-emergencial até o final do ano pelo valor de, no mínimo, R$ 300. As informações são da Folha de S.Paulo.

Brazil’s President Jair Bolsonaro talks with Brazil’s Economy Minister Paulo Guedes during a ceremony to launch a program to expand access to credit at the Planalto Palace in Brasilia, Brazil, August 19, 2020. REUTERS/Adriano Machado

A equipe econômica apresentou ao presidente, também hoje, uma proposta que estabelece o valor de R$ 270.

“Estou pensando em prorrogar por mais alguns meses, mas não com R$600 e nem com R$ 200. Um meio-termo aí até a economia pegar”, falou Bolsonaro a um grupo de eleitores.

Essa falta de sintonia foi um dos motivos par adiar o anúncio do pacote econômico previsto para esta terça.

Com a previsão para o fim do ano de uma dívida pública chegando em 100% do PIB, o ministro da Economia, Paulo Guedes, vem atuando para frear os gastos.

Até agora, o auxílio emergencial, custou para o governo R$ 254 bilhões. Cada nova parcela de R$ 600 tem um valor estimado de R$ 50 bilhões.

Guedes quer fazer uma transição entre o auxílio e o Renda Brasil – o programa econômico que seria anunciado amanhã -, mas contando com parcelas menores, o que gera atrito com o Planalto.

O próprio Renda Brasil é alvo de discussões. O programa pode ter um custo anual de R$ 20 bi acima do orçamento do Bolsa Família. A equipe de Guedes estuda acabar com o abono salarial e a farmácia popular para compensar esse aumento de despesa.

Fonte: Yahoo

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